Na noite do dia 29 de setembro em Salvador (BA), a Abrint – Associação Brasileira de Provedores de Internet promoveu um coquetel durante a 46ª Reunião do Comitê Consultivo Permanente II – Radiocomunicações da Comissão Interamericana de Telecomunicações (CITEL), da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Na ocasião, a Abrint conjuntamente com as Associações Abert, Abranet, AIA, Telcomp, Associação Neo, Abramulti, InternetSul, Apronet, RedeTelesul e LABRE, manifestou em carta conjunta seu pleno apoio à candidatura do Sr. Carlos Baigorri ao cargo de Vice-Secretário-Geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT).
À frente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Baigorri tem pautado sua atuação por princípios de equilíbrio regulatório, cooperação internacional e estímulo à inovação tecnológica. Sua sólida formação acadêmica, aliada à experiência prática na condução de políticas públicas estratégicas, o qualificam para assumir responsabilidades de grande relevância no cenário global.
Assim, a candidatura de Carlos Baigorri representa um passo importante para fortalecer o ecossistema digital e ampliar a cooperação internacional no setor, assegurando a promoção do desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação de forma transparente e inclusiva.
Ao expressarem este apoio, a Abrint e as associações signatárias reafirmam seu alinhamento com os princípios da cooperação internacional, da inclusão digital e da conectividade significativa, elementos essenciais para o avanço sustentável das telecomunicações e promoção da conectividade significativa. Nesse espírito, ressaltam a relevância da representação brasileira em um órgão multilateral estratégico e convidam os Estados-Membros da CITEL a considerarem favoravelmente a candidatura do Sr. Carlos Baigorri.
Íntegra da Carta Conjunta de Apoio aqui.
Sobre a CCP.II/CITEL
O CCP.II é o comitê da CITEL responsável por assuntos de radiocomunicações, englobando o planejamento, a coordenação e a gestão do espectro de radiofrequências na região, além de preparar as posições regionais para a Conferência Mundial de Radiocomunicações (WRC). Seu papel torna-se essencial para harmonizar políticas, promover o uso eficiente do espectro e facilitar a expansão da conectividade de forma inclusiva e sustentável.